Relatórios de visitas institucionais de 2025 confirmam o colapso nas condições de higiene, com lixo acumulado, roupas sujas e infestação de pragas, o que gerou insalubridade nos ambientes. A falta de serviços de apoio também gerou falhas no armazenamento e na distribuição de alimentos, causando problemas de saúde, como infecções intestinais, em adolescentes e servidores.
A situação precária dessas unidades também é alvo de uma ação civil pública que busca a contratação emergencial de uma nova empresa para prestar serviços de apoio terceirizados à Fundase. Para viabilizar essa contratação, o MPRN está requerendo, em caráter de urgência, o bloqueio de R$ 4.395.103,56 das contas estaduais.






